A gastrite atrófica é uma alteração patológica caracterizada pela atrofia do epitélio e das glândulas da mucosa gástrica, diminuição do número, afinamento da mucosa gástrica, espessamento da base da mucosa, ou com metaplasia glandular pilórica e metaplasia glandular intestinal, ou com hiperplasia atípica. Os sintomas da gastrite atrófica carecem de especificidade e não são completamente consistentes com a extensão da lesão, e alguns pacientes podem não ter sintomas óbvios. Alguns pacientes podem apresentar desconforto, plenitude, dores vagas, dores ardentes no abdómen superior e médio, sem ritmo de dor, ou com indigestão, como perda de apetite, arrotos, refluxo ácido e náuseas. A mucosa é granular, vascular, de cor cinzenta e com pequenas pregas. Está frequentemente associado à erosão ou ao refluxo biliar. Os sinais são muitas vezes pouco notáveis, por vezes com leves dores de pressão no epigástrio. A gastrite atrófica combinada com anemia perniciosa está frequentemente associada a debilitação geral, fraqueza, e pode apresentar anorexia marcada, perda de peso e anemia, enquanto que os sintomas digestivos podem não ser aparentes. O tratamento da gastrite atrófica baseia-se em modificações alimentares e não é necessário nenhum tratamento especial para pacientes assintomáticos, enquanto que aos que apresentam sintomas deve ser dada medicação padronizada sob a orientação de um médico. Portanto, os pacientes com gastrite atrófica não têm necessariamente sintomas e, portanto, não devem basear-se apenas em manifestações sintomáticas para confirmar o diagnóstico; aqueles que têm sintomas devem ir ao hospital para um exame padronizado para confirmar o diagnóstico e o tratamento sob a orientação de um médico.