A gastrite atrófica é uma forma de gastrite crónica. Não há tratamento eficaz e é principalmente sintomático. Atrofia pode ser melhorada ou revertida em alguns pacientes. O tratamento inclui as seguintes modalidades: Tratamento etiológico: remover focos infectados da nasofaringe, deixar de fumar e evitar o álcool. A dieta deve ser suave, facilmente digerível e evitar alimentos demasiado grosseiros. Evitar alimentos que contenham condimentos fortes e picantes ou que tomem medicamentos que sejam irritantes para o estômago. Os diferentes graus de atrofia e de intestinalização da mucosa gástrica na velhice são difíceis de inverter e devem ser tratados agressivamente quando há inflamação activa. Medicamentos: Estes incluem a erradicação da infecção por H. pylori; protectores da mucosa gástrica como comprimidos de tioglicolato de alumínio ou suspensões; bloqueadores dos receptores de H2; agentes gastrodinâmicos; auxiliares digestivos e ácido clorídrico diluído; injecções permanentes de vitamina B12 para anemia perniciosa combinada; suplementos de ferro para anemia por deficiência de ferro. Tratamento cirúrgico: A gastrite atrófica e a intestinalização não são indicações absolutas de cirurgia. O seguimento intensivo é indicado para quem tem pólipos, hiperplasia anisotrópica ou depressões ou inchaços focais. A cirurgia pode ser considerada quando está presente uma gastrite atrófica crónica com hiperplasia anisotrópica grave ou metaplasia intestinal grave. Educação dos pacientes: os alimentos devem ser diversificados, evitar uma dieta parcial, suplementar com uma variedade de nutrientes, não comer alimentos com bolor; comer menos alimentos fumados, em pickles, ricos em nitratos e nitritos e mais frescos; evitar alimentos demasiado grosseiros, fortes e picantes e consumo de álcool pesado e prolongado, deixar de fumar; manter um bom estado cardíaco e um sono adequado. A causa deve ser identificada e tratada sintomaticamente, e a atrofia pode ser melhorada ou revertida em alguns pacientes.