O tempo de sobrevivência do colangiocarcinoma é avaliado principalmente com base na fase do colangiocarcinoma. O colangiocarcinoma em fase inicial, se submetido a cirurgia radical, pode ainda ter uma boa sobrevivência, sobrevivendo por mais de 5, 10 ou mesmo mais anos. O prognóstico para o colangiocarcinoma intermédio e avançado diminui significativamente, e mesmo se for realizada uma ressecção cirúrgica, é provável que a recidiva ocorra dentro de 1-3 anos após a cirurgia. Muitos pacientes com fases avançadas já não são passíveis de tratamento cirúrgico, e sendo a quimioterapia e a radioterapia insensíveis, é provável que a morte ocorra dentro de 3-6 meses. O colangiocarcinoma, que tem actualmente uma taxa de sobrevivência global de 5 anos de cerca de 30%, é também um tumor muito maligno do sistema digestivo e é propenso a metástases ao longo da parede do ducto biliar, bem como nos gânglios linfáticos, o que é uma das razões pelas quais é propenso a recidiva. A cirurgia é também muito importante para o prognóstico do cancro colledóquico. Uma margem colledóquica negativa e a esqueletização do ligamento hepatoduodenal devem ser asseguradas para maximizar o tempo de sobrevivência pós-operatória do paciente.