As considerações dietéticas para a insuficiência renal incluem: dieta com baixo teor de sal, baixo teor de gordura, baixo teor de fósforo e baixo teor de proteínas de alta qualidade. Ao mesmo tempo, prestar atenção à ingestão de calorias adequadas, prestar atenção à suplementação de vitaminas e nutrientes como o ácido fólico, bem como controlar a ingestão de potássio, fósforo e assim por diante. Pouco sal: Coma menos alimentos salgados, como pickles e chucrute, e faça uma dieta leve. Baixo teor de gordura: Coma menos carne gorda, miudezas de animais e alimentos fritos. Baixo teor de fósforo: comer menos alimentos com nozes, reduzir a ingestão de aditivos alimentares e conservantes, e a ingestão de fósforo deve ser <800mg/d em geral. Dieta hipoprotéica de alta qualidade: A dieta com restrição de proteínas é uma parte importante do tratamento, que pode reduzir a produção de metabólitos contendo nitrogênio, aliviar os sintomas e complicações relacionadas e pode até retardar o progresso da doença. Para os doentes com insuficiência renal crónica sem tratamento de diálise, a ingestão recomendada de proteínas é de 0,6-0,8g/(kg-d). A ingestão de proteínas para doentes em hemodiálise e diálise peritoneal é de 1,0 a 1,2g/(kg-d). Na dieta pobre em proteínas, cerca de 50% das proteínas devem ser proteínas de elevada biomassa, como ovos, carne magra, peixe e leite. Se disponível, a dieta pobre em proteínas de 0,6 g/(kg-d) pode ser suplementada com quantidades adequadas de preparações de alfa-cetoácidos ao mesmo tempo. Independentemente do regime alimentar aplicado, deve ser consumida uma quantidade adequada de calorias, devendo também prestar-se atenção à suplementação de vitaminas e nutrientes como o ácido fólico, bem como ao controlo da ingestão de potássio e fósforo. Recomenda-se a consulta de um nefrologista ou dietista para desenvolver um plano alimentar para doentes com insuficiência renal sob a orientação de um médico.