A maioria dos quistos renais são assintomáticos e não têm um impacto significativo na saúde humana. Contudo, cerca de 3% a 7% dos quistos renais podem transformar-se em cancro do rim e precisam de ser detectados e tratados prontamente.
Os métodos mais fiáveis de diagnóstico de quistos renais são a ultra-sonografia B, a radiografia, o radionuclídeo, os exames de TC (tomografia computorizada) e a ressonância magnética (ressonância magnética). Os médicos podem classificar os quistos renais por malignidade, utilizando resultados de B-ultrasom e CT, um sistema de classificação conhecido como o “sistema de classificação da Bósniak”.
- >forte>Cistos de Grau I: cistos benignos simples com paredes finas, sem separação ou calcificação, e fluido aquoso;
- >forte>Cistos de Grau II: quistos benignos com pequenas separações e/ou manchas calcificadas, sem qualquer melhoria das separações;
- >cistos de Grau III: paredes grossas, múltiplos compartimentos intracapsulares e calcificações, com melhoramento dos compartimentos, mais de 50% de quistos malignos;
Cistos de grau IV: cistos malignos com um componente de tecido macio realçado dentro do quisto.
Por conseguinte, para quistos de grau I-II, a observação e seguimento é uma opção, enquanto que os quistos de grau III-IV devem ser explorados cirurgicamente e removidos o mais depressa possível.