A espondilose cervical cervical, também conhecida como espondilose ligamentar da articulação, é frequentemente referida como “gota de almofada” durante ataques agudos. É muito comum na prática clínica e é a forma mais precoce de espondilose cervical, sendo uma manifestação precoce comum de todos os outros tipos de espondilose cervical, com sintomas predominantemente no pescoço, daí o nome localizado. A espondilose cervical predomina nos jovens adultos, com poucas pessoas a desenvolverem pela primeira vez após os 45 anos de idade. Os pacientes queixam-se de sensações anormais tais como dores na cabeça, pescoço e ombro, e alguns pacientes queixam-se frequentemente de fadiga fácil no pescoço, e são incapazes de ler, escrever ou ver televisão durante longos períodos de tempo. Reflexo da dor e dormência nos membros superiores e mãos, mas não agravado por tosse ou espirros. Exame físico: ① O pescoço está distorcido, com movimento normal ou restrito, frequentemente com pontos de pressão no trapézio, rombóide, supraspinatus, infraspinatus, escafóide ou músculos grandes e pequenos redondos. (2) À palpação do pescoço, pode haver inchaço e sensibilidade dos ligamentos colaterais e sensibilidade paraspinal, sobretudo sem dor radiante. Pode haver alterações interespinhosas e protrusão lateral do processo espinhoso, mais comumente vistas na coluna cervical inferior. O teste de compressão do forame intervertebral e o teste de tracção do plexo braquial são negativos, o tónus muscular é normal, não há hipotonia ou atrofia muscular, os reflexos tendinosos são normais e não há reflexos patológicos. Os ortopantomógrafos de raios X mostraram sinais “bilaterais” e “dupla protrusão” nas articulações cervicais posteriores, bem como larguras desiguais das articulações vertebrais adjacentes do gancho e assimetria das articulações vertebrais do gancho em ambos os lados. Em vistas laterais, podem ser observadas alterações na curva fisiológica da coluna cervical, tais como endireitamento, retroflexão, interrupção, angulação ou alterações de passos. Isto pode ser mais pronunciado em vistas funcionais ou dinâmicas da coluna cervical. Em alguns casos, pode haver ofuscamento e alterações incongruentes nas articulações sinoviais. Numa minoria de doentes, não há alterações radiográficas ou apenas alterações na curva fisiológica da coluna cervical. O diagnóstico de espondilose cervical deve excluir entorses cervicais, periartrites, miofibroses reumáticas, neurastenia e outras dores no pescoço e ombro que não sejam devidas à degeneração do disco cervical.