O cancro do pulmão de células não pequenas é uma malignidade clínica relativamente comum do pulmão, representando cerca de 80% dos cancros do pulmão, e apenas 30% deles têm uma hipótese de cirurgia quando detectados. 70% deles estão em fases avançadas ou localmente avançadas, quando o tratamento não cirúrgico é a única opção. Anteriormente, a quimioterapia e a radioterapia eram o primeiro tratamento de escolha, mas estudos recentes demonstraram que estudos clínicos multicêntricos a nível mundial demonstraram que, para doentes com cancro do pulmão de células não pequenas com mutações do factor de crescimento epidérmico (EGFR), a eficiência da ERSA (gefitinib) pode atingir 71% ou mais (para diferentes países), com uma sobrevivência média de 10 meses, enquanto a eficiência do paclitaxel combinado com a quimioterapia carboplatina O significado deste estudo é que para pacientes com mutações EGFR em cancro do pulmão de células não pequenas, o tratamento de primeira linha com ERSA é a melhor opção, e dá um salto quântico no tratamento do cancro do pulmão de células não pequenas avançado como um todo.