O diagnóstico clínico da prostatite crónica baseia-se na história, nos sintomas e no exame físico, complementado por análises laboratoriais. A cistouretrografia, o pielograma intravenoso, a endoscopia e a cistometria são necessários para os doentes recorrentes para compreender melhor a presença de lesões noutras áreas. (1) História pregressa: História de uretrite, obstrução uretral, infeção do trato urinário e prostatite. (2) Sintomas: Qualquer pessoa com sintomas de irritação do trato urinário, testículos doloridos e doloridos e desconforto na virilha, lombossacral e perineal, e nenhum outro achado no exame físico deve ser considerado para o diagnóstico de prostatite crônica. (3) Exame anal: Os pacientes com prostatite crónica têm uma próstata ligeiramente aumentada com suavidade de superfície irregular e dor de pressão leve. Em alguns pacientes, podem ser palpados nódulos duros na superfície da próstata, mas não são duros, um sinal de fibrose e a presença de um sulco central. (4) Testes laboratoriais: Incluem o exame de rotina do líquido prostático, cultura localizada segmentar de urina e líquido prostático, determinação do pH do líquido prostático e do teor de zinco, biópsia e cultura de tecido prostático e títulos de anticorpos séricos, sendo os três últimos menos utilizados na prática clínica, mas de interesse científico. (5) A uretroscopia é possível se necessário: alterações inflamatórias crónicas na uretra, abaulamento dos túbulos seminíferos e fluxo dos ductos prostáticos. A urofluxometria e a cistouretrografia também são possíveis, ambas com algum significado para o rastreio.