Que condições justificam a cirurgia endoscópica minimamente invasiva da tiroide?

Um dos maiores avanços recentes na cirurgia da tiroide é a cirurgia endoscópica minimamente invasiva da tiroide. Muitos doentes ficam confusos no momento da consulta quanto ao facto de a sua condição ser uma boa candidata à cirurgia endoscópica minimamente invasiva da tiroide. Quais são as vantagens e desvantagens deste procedimento em relação à cirurgia aberta da tiroide. Estas questões são muito importantes para a escolha correcta do tratamento. 1) Compreender o conceito: A cirurgia endoscópica minimamente invasiva da tiroide refere-se à utilização da endoscopia para realizar a cirurgia da tiroide através de túneis subcutâneos, com o objetivo de evitar feridas no pescoço (cosmética), por um lado, e de realizar procedimentos cirúrgicos finos através da ampliação do endoscópio para conseguir uma cirurgia minimamente invasiva (precisão), por outro. A prática habitual consiste em fazer uma pequena incisão na aréola ou na axila e realizar a cirurgia da tiroide no pescoço através do endoscópio. 2) Indicações para a cirurgia: A cirurgia endoscópica minimamente invasiva da tiroide é realizada numa base individual. Normalmente, os nódulos benignos da tiroide e os pequenos cancros da tiroide podem ser submetidos a cirurgia endoscópica minimamente invasiva da tiroide. Para além disso, a preocupação do doente com a ferida no pescoço é um indicador de referência importante. 3) Vantagens e desvantagens: As vantagens da cirurgia endoscópica minimamente invasiva da tiroide são, antes de mais, o efeito cosmético e a ausência de cicatrizes no pescoço, o que é especialmente importante para as mulheres que gostam de beleza. Além disso, o procedimento é efectuado sob o endoscópio, a anatomia será mais detalhada e a operação será mais delicada. A desvantagem é que a exposição cirúrgica deste procedimento é ligeiramente limitada, não sendo adequado para cancros da tiroide maiores ou para casos que exijam a remoção de gânglios linfáticos no pescoço, caso em que continua a ser necessária uma cirurgia aberta.