Considerações dietéticas para a esclerodermia

Os doentes com esclerodermia devem tentar evitar alimentos demasiado duros, demasiado picantes, demasiado frios ou demasiado quentes, sob reserva de aconselhamento médico.
A esclerodermia pode afetar o trato digestivo, tornando-o endurecido e disfuncional. Os alimentos demasiado duros (por exemplo, nozes, potpourri), demasiado picantes e estimulantes (por exemplo, malagueta, álcool), ou demasiado frios ou quentes (por exemplo, gelado, fondue) não favorecem a digestão e a absorção, pelo que devem ser consumidos com moderação ou mesmo não consumidos de todo.
Deve também ter-se em atenção que o efeito de diferentes alimentos no organismo pode dever-se ao físico individual, à gravidade da doença e assim por diante, existindo diferenças individuais, pelo que o diagnóstico de esclerodermia deve ser feito sob a orientação do médico, de acordo com a situação real dos ajustes dietéticos individuais. Não se disponha cegamente, para não intervir de forma inadequada, resultando em consequências adversas.
Recomenda-se aos doentes com esclerodermia que se dirijam ao hospital atempadamente, de acordo com as instruções do médico para regular o tratamento e uma dieta razoável.