A cirrose do fígado é uma doença comum e frequente no nosso país. Devido à sua persistência, ataques recorrentes e ao risco de falência hepática, afecta seriamente a saúde dos doentes. Estudámos previamente as causas comuns, manifestações clínicas, métodos de diagnóstico e princípios de tratamento da cirrose hepática. Hoje vamos discutir a gravidade da cirrose precoce. Há muitas causas de cirrose, as mais comuns no nosso país são a cirrose crónica da hepatite, cirrose alcoólica, cirrose esquistossomótica, cirrose colestática, e cirrose relacionada com drogas. A manifestação característica de toda a formação de cirrose é a formação de pseudobulhas no fígado. Este é o dano do tecido hepático causado pela proliferação maciça de tecido fibroso no fígado. Todos sabemos que a cirrose pode ser dividida em fase cirrótica compensada e fase cirrótica descompensada de acordo com o grau de dano da função hepática. A fase compensada da cirrose hepática inclui a fase inicial da cirrose hepática. Os doentes na fase de compensação da cirrose hepática não apresentam sintomas clínicos óbvios, e por vezes apresentam apenas transaminases de função hepática ligeiramente elevadas e índices de bilirrubinases nas análises ao sangue. Ao mesmo tempo, revisão regular dos indicadores da função hepática para manter a função hepática a um nível normal. Portanto, a fase inicial da cirrose não afecta o corpo humano tanto quanto se pensa, mas se não se prestar atenção à protecção da função hepática, uma vez que a doença progride para a cirrose a perda de compensação é muito difícil de controlar a doença.