Se um paciente com esclerodermia tem uma apresentação clínica atípica e o diagnóstico não pode ser confirmado, então é necessária uma biopsia de pele para confirmar o diagnóstico, especialmente em pacientes com fascite esclerosante onde a epiderme não é dura mas a fáscia por baixo da pele é esclerosante, ainda mais quando é necessária uma biopsia fascial! A fáscia é a membrana fina que envolve o músculo. Nas biópsias de pele, para esclerodermia limitada ou esclerodermia sistémica, é realizada uma desinfecção de rotina da toalha, seguida de anestesia local com lidocaína. Após uma boa anestesia, um pequeno pedaço de pele, do tamanho de um feijão verde a um grão de soja, é removido com uma broca de laço, depois 1-2 pontos são fechados e cobertos com um penso; se houver suspeita de fascite esclerosante, é necessária uma biópsia cirúrgica. A camada fascial é atingida, depois um pequeno pedaço de tecido fascial é cortado com um bisturi, depois suturado camada a camada e finalmente coberto com um penso. Após a operação, pode-se tomar antibióticos orais durante três dias e mudar a medicação de três em três dias. O tempo para retirar os pontos é determinado pelo local da operação.