Quais são os factores de risco para a transmissão de mãe para filho? O nível do vírus da hepatite B numa mulher grávida é proporcional à probabilidade de não haver transmissão: risco elevado: ADN do VHB 1,0 x 106 copeis/ml; risco baixo: ADN do VHB 1,0 x 103-6 copeis/ml; risco muito baixo: ADN do VHB 1,0 x 106 copeis/ml; integridade da barreira placentária: Os factores que levam à diminuição da integridade da placenta, como o descolamento da placenta, podem aumentar o risco de infeção. Os factores que levam ao comprometimento da integridade da placenta, como o descolamento da placenta, a paracentese invasiva, a pré-eclâmpsia, etc., podem aumentar o risco de infeção. Suscetibilidade genética do feto: Os antecedentes genéticos maternos e o estado imunológico podem também ser factores relevantes que influenciam a incidência da infeção fetal. Relevância do HBeAg: Importância do ADN do VHB: O ADN do vírus da hepatite B (ADN do VHB) é a substância central do vírus da hepatite B e a base da replicação viral, sendo o indicador de deteção mais direto, específico e sensível da infeção por hepatite B. A positividade do ADN do VHB sugere que o vírus da hepatite B está a replicar-se e é infecioso. A replicação contínua do vírus da hepatite B é a causa da doença da hepatite B, o objetivo fundamental do tratamento da hepatite B é inibir a replicação viral, o teste do vírus da hepatite B é positivo, indicando que a replicação do vírus da hepatite B está ativa, enquanto o nível elevado de vírus no sangue sugere que a infecciosidade é forte, mas o nível elevado ou baixo do vírus não tem uma correlação óbvia com a gravidade da hepatite B nas mulheres grávidas. É de salientar que o teste de ADN viral é uma referência importante para os hepatologistas tomarem decisões de diagnóstico e tratamento dos doentes.