A esclerodermia não tem o melhor plano de tratamento, devido às diferenças individuais, o tratamento da esclerodermia deve basear-se no estado do doente para escolher métodos de tratamento individualizados, os tratamentos clínicos comuns são o tratamento geral, o tratamento medicamentoso e o tratamento cirúrgico. 1. tratamento geral: os doentes devem deixar de fumar e de beber, evitar o stress emocional, prestar atenção à proteção pessoal, prestar atenção aos membros quentes. Cooperar ativamente com a fisioterapia, como a terapia térmica e a massagem muscular. 2) Terapêutica medicamentosa: a terapêutica com glucocorticóides, para a esclerodermia precoce, as complicações inflamatórias e a doença pulmonar intersticial é eficaz, mas o medicamento não pára a progressão da doença. Imunossupressores, medicamentos comumente usados, como moratória, ciclofosfamida, azatioprina, etc. Esses medicamentos são fáceis de inibir a função imunológica do corpo do paciente e precisam ser avaliados por um médico antes de usar o medicamento. Vasodilatadores: os fármacos mais utilizados são a nifedipina, a aspirina, a prostaciclina, etc. Estes fármacos podem tratar a vasculopatia dos membros da esclerodermia. Tratamento anti-fibrótico: não existem fármacos que possam inverter eficazmente o processo fibrótico, mas existem alguns fármacos com potencial efeito anti-fibrótico que têm sido utilizados fora das indicações, como a D-penicilamina, o imatinib, etc. 3) Tratamento cirúrgico: Se o estado do doente for mais grave e houver ulceração ou mesmo necrose dos membros, é necessária a amputação cirúrgica. Os medicamentos acima referidos devem ser utilizados sob a orientação do médico, não devendo ser utilizados a título particular. Recomenda-se que os doentes com esclerodermia se dirijam atempadamente ao serviço de reumatologia e imunologia e sigam as instruções do médico para o tratamento.