Para os doentes com esclerodermia, não existem contra-indicações dietéticas especiais, pelo que, em geral, não é o alimento mais temido, mas a esclerodermia pode envolver o esófago do doente, bem como a mucosa gastrointestinal, pelo que se recomenda que o doente tente evitar alimentos de textura dura, irritantes e indigestos. A esclerodermia divide-se geralmente em esclerodermia limitada e esclerodermia sistémica. Geralmente, para os doentes com esclerodermia limitada que se manifesta apenas por lesões cutâneas, não há contra-indicações alimentares especiais. Os doentes com esclerodermia sistémica podem ter a mucosa gastrointestinal danificada, o peristaltismo intestinal está enfraquecido, pelo que se recomenda que os doentes tentem não comer alimentos de textura dura, estimulantes picantes e indigestos. Os doentes são aconselhados a consumir alimentos fáceis de digerir e ricos em fibras, como o aipo e os espinafres. Além disso, para os doentes com esclerodermia sistémica avançada, tente não consumir alimentos com elevado teor de açúcar, caso contrário pode provocar refluxo gastroesofágico. Se não se sentir bem, dirija-se atempadamente ao hospital para ser diagnosticado e tratado sob a orientação de médicos profissionais.