Se não conseguir detetar um blastocisto no oitavo dia de transferência, falhou.

O facto de não se conseguir detetar uma gravidez no oitavo dia da transferência de blastocistos não significa necessariamente que esta seja um fracasso. Recomenda-se que se possa verificar novamente duas semanas após a operação de transferência de blastocistos, se não houver gravidez quinze dias após a operação, significa que a operação é um fracasso, e se a gravidez for detectada quinze dias após o transplante, significa que o transplante é bem sucedido. O pico de implantação de blastocistos após a transferência de blastocistos é de sete a quinze dias após a transferência. Se não for possível detetar uma gravidez oito dias após a transferência de blastocistos, pode dever-se à implantação tardia de blastocistos, o que não significa necessariamente que a transferência de blastocistos tenha falhado. É aconselhável fazer uma análise ao sangue para deteção da gonadotrofina coriónica humana duas semanas após a transferência do blastocisto. Se a análise ao sangue para a GCHH duas semanas após a transferência do blastocisto não revelar gravidez, o procedimento falhou. Se a análise à gonadotropina coriónica humana no sangue for efectuada duas semanas após a transferência do blastocisto e a gravidez for claramente detectada, diz-se que o procedimento foi bem sucedido. Por conseguinte, o facto de não se detetar uma gravidez no oitavo dia após a transferência de blastocisto não indica o fracasso da transferência de blastocisto, sendo aconselhável aguardar mais uma semana antes de ir ao hospital para verificar o nível de gonadotrofina coriónica humana no sangue.