O treino de reabilitação para crianças com fratura do cotovelo pode ser realizado na fase inicial, exercitando as articulações vizinhas e a contração isométrica dos músculos locais; na fase posterior, após a remoção da fixação externa, podem ser realizados exercícios de mobilidade articular passiva ou ativa para reabilitação.
Quando as crianças sofrem uma fratura do cotovelo, normalmente a articulação do cotovelo tem de ser fixada externamente com gesso ou tala na fase inicial e, nessa altura, apenas as articulações dos dedos, do pulso e do ombro podem ser movimentadas e, quando os dedos são movimentados, pode utilizar-se o punho ou uma bola elástica para exercitar a mobilidade dos dedos.
Também se pode realizar a contração isométrica dos músculos do antebraço para evitar a atrofia muscular, promover a circulação sanguínea no membro superior e acelerar a recessão do inchaço e da dor locais.
Depois de a fratura do cotovelo da criança estar curada em cerca de 3 a 4 semanas, a fixação externa pode ser removida e a articulação do cotovelo pode ser submetida a actividades activas ou passivas para exercício funcional. No início, devido à relativa rigidez da articulação, o foco principal está nas actividades passivas e, gradualmente, pode ser feita a transição para o exercício ativo, principalmente para praticar actividades de flexão e extensão do cotovelo, a fim de evitar a adesão da articulação causada pela travagem a longo prazo.
Além disso, a fisioterapia, a massagem e outros meios de reabilitação também podem ser utilizados para promover a recuperação da fratura do cotovelo. Recomenda-se que os exercícios de reabilitação sejam efectuados sob a orientação de um médico.