A imunoterapia é geralmente utilizada na fase tardia do cancro do estômago e o seu princípio é aumentar a imunidade do próprio doente através da administração de alguns medicamentos, através dos quais estas células imunitárias podem reconhecer as células cancerígenas anormais, matá-las e prolongar o efeito da vida. Uma vez que aumenta a imunidade do doente, existe a possibilidade de ter efeitos secundários nos seus próprios tecidos normais, por exemplo, a hepatite autoimune, após a administração deste medicamento, a pessoa terá uma função hepática anormal, pele amarela em todo o corpo e indigestão. Outros podem desenvolver pneumonia autoimune, o que significa que terão dificuldade em respirar, falta de ar, aperto no peito e diminuição da pressão arterial e do oxigénio. Outros podem causar tiroidite, ou seja, hipertiroidismo ou hipotiroidismo, níveis anormais de hormonas da tiroide no corpo, podendo o doente ficar muito excitado ou deprimido. Todas estas reacções adversas devem ser verificadas através da colheita de sangue, mas também combinadas com alguns dos sintomas do próprio doente, a tempo de ir ao hospital para tratamento.