Sintomaticamente, a lesão do cancro gástrico está localizada no estômago e, por vezes, podem ocorrer metástases nos gânglios linfáticos supraclaviculares. Se ocorrerem metástases nos gânglios linfáticos supraclaviculares, é necessário considerar se são inflamatórias ou metastáticas e, no final, é necessário efetuar uma biópsia por punção para determinar se existe alguma metástase. Os sinais físicos incluem a presença de uma massa, que será avaliada em conjunto com exames imagiológicos, gastroscopia e, eventualmente, uma TAC dos pulmões para detetar metástases nos pulmões e metástases nos gânglios linfáticos do mediastino. Pode ser realizada uma TAC do abdómen para detetar eventuais metástases no fígado e nos gânglios linfáticos retroperitoneais. É efectuada uma cintigrafia óssea para excluir a presença de metástases ósseas e uma ressonância magnética do crânio para excluir a presença de espaço intracraniano. Se as condições económicas forem melhores, pode ser realizada uma PET-CT de corpo inteiro. Por conseguinte, é necessário avaliar de forma exaustiva se o cancro do estômago tem ou não metástases.