A hipertensão do tipo H deve ser hipertensão do tipo H, ou seja, pressão arterial elevada e homocisteína elevada no mesmo sangue. A levamlodipina pode ser utilizada, juntamente com a suplementação de ácido fólico. Os níveis elevados de homocisteína devem-se a uma insuficiência de ácido fólico no organismo do doente, ou a defeitos em enzimas-chave no processo de metabolismo do ácido fólico ou a mutações nos genes, resultando assim num aumento da homocisteína, o que também aumenta o risco de complicações cardiovasculares e cerebrovasculares. A suplementação oral de ácido fólico é, por conseguinte, necessária na presença de homocisteína elevada. A levamlodipina reduz a pressão arterial e é um antagonista do canal de cálcio da dihidropiridina, actuando no músculo liso vascular arterial periférico, ou seja, inibindo a constrição coronária e das pequenas artérias induzida pela adrenalina, 5-hidroxitriptofano e tromboxano A2 para reduzir a resistência periférica, mas não tem a capacidade de reduzir os níveis de cisteína. Podem ocorrer reacções adversas como dores de cabeça, edemas e náuseas com a utilização deste produto. A dosagem deve ser observada em doentes idosos e utilizada com precaução em doentes com disfunção hepática. A levamlodipina está contra-indicada em doentes com hipersensibilidade aos antagonistas do cálcio dihidropiridínicos, hipotensão grave e estenose aórtica. Os doentes são aconselhados a ingerir mais alimentos ricos em vitaminas e a monitorizar a tensão arterial. Os medicamentos acima referidos devem ser utilizados sob a orientação de médicos em hospitais regulares para evitar consequências adversas.