A imobilização da cinta torácica para fracturas das costelas pode ser retirada e deixada em repouso quando a dor não é evidente ao deitar, sendo necessária uma imobilização adicional para aliviar a dor nas pessoas com dores mais pronunciadas. O objetivo da imobilização do cinto torácico em caso de fratura da costela é aliviar a dor causada pela fratura. Após a fratura da costela, devido à presença de movimento respiratório, o tórax ondula, resultando em movimento ligeiro da extremidade da fratura e dor evidente, através da fixação externa do cinto torácico, pode reduzir bastante a ondulação do tórax, reduzindo assim a dor causada pelo deslocamento da extremidade da fratura, e para aqueles que não têm dor evidente, não pode ser a fixação externa do cinto torácico. Portanto, durante o sono, para a dor não é óbvia e não afeta o sono, pode remover a fixação externa do cinto torácico, para a dor é mais óbvia, especialmente na remoção do cinto torácico após o paciente não pode tolerar, não pode dormir, ou precisa de mais fixação do cinto torácico.