Estudos actuais têm demonstrado que, enquanto a cirurgia for bem sucedida e o tumor for completamente removido, a eficácia do controlo do tumor é comparável à de uma nefrectomia total. Além disso, como a função renal pós-operatória é melhor em pacientes que preservaram o rim do que naqueles que fizeram uma nefrectomia total, a cirurgia de preservação dos rins só pode ser totalmente considerada se houver experiência disponível, especialmente em pacientes jovens e doentes crónicos, e portanto o rim pode ser activamente preservado para aqueles que podem. Contudo, isto tem de ser combinado com a experiência e habilidade do cirurgião responsável e a disponibilidade de uma unidade interventiva (para lidar com complicações hemorrágicas pós-operatórias) no hospital local, uma vez que o controlo do tumor é a primeira prioridade no tratamento do tumor, e se o tumor romper ou não for removido na sua totalidade pode levar a condições de risco de vida, cuja eficácia não é tão boa como a remoção de todo o rim, que é a única forma de dar ao paciente uma nova esperança de vida. Para o médico, cada operação é apenas um número, mas para cada paciente é uma vida e uma família.