O stress pode causar um aumento da tensão arterial, que flutua de tempos a tempos em forma de colher de 24 horas, ou seja, tensão arterial alta durante o dia e baixa durante a noite. Uma das causas mais complexas de hipertensão é o aumento do tom simpático, que causa constrição espasmódica das pequenas artérias. A função nervosa simpática no corpo é aumentada durante o stress, o que pode levar a um batimento cardíaco mais rápido e forte e a um aumento da pressão arterial devido à constrição das artérias pequenas e microscópicas nos órgãos abdominais e na pele. O aumento da pressão arterial durante o stress actua como um mecanismo normal de protecção do corpo, aumentando a resposta de emergência do corpo e permitindo uma recuperação rápida quando o estímulo é removido. Contudo, quando a função nervosa simpática é cronicamente aumentada devido a stress crónico, ansiedade, insónia, etc., e o equilíbrio entre nervos simpáticos e vagais é perturbado, pode causar um aumento persistente da pressão sanguínea. A elevação prolongada da pressão arterial causa aterosclerose, diminuição da conformidade das paredes arteriais e diminuição da função renal, o que por sua vez provoca um ciclo vicioso de pressão sanguínea elevada.