A fratura de 50 dias ainda está inchada, pode estar relacionada com o próprio corpo devido à reação de proteção libertada uma variedade de factores inflamatórios, se a fratura ocorrer nos membros inferiores, mas também com os membros inferiores da obstrução do refluxo venoso ou linfático. Depois de o corpo sofrer um traumatismo, devido à sua própria reação de proteção, liberta uma variedade de factores inflamatórios, estes factores, por um lado, conduzem a um desequilíbrio da troca de fluidos entre o interior e o exterior dos vasos sanguíneos, à penetração excessiva de fluidos no espaço intersticial dos tecidos, resultando em inchaço dos membros; por outro lado, também estimula os nervos a libertarem sinais de dor, o reflexo da dor provoca espasmos musculares, resultando em obstáculos de refluxo venoso e linfático, resultando em edema dos tecidos. Se a fratura ocorrer no membro inferior, a resistência ao retorno venoso é menor do que quando o doente está deitado de costas durante muito tempo do que quando está de pé. A posição prolongada em decúbito dorsal leva o corpo a adaptar-se lentamente à baixa resistência. Quando o doente fica de pé ou caminha após a fratura ter sarado, a resistência vascular nas extremidades inferiores volta aos níveis normais, mas os vasos continuam a ter dificuldade em adaptar-se ao retorno do fluxo nestas condições, podendo ocorrer inchaço. Recomenda-se que os doentes que apresentem inchaço após 50 dias da fratura se dirijam atempadamente ao hospital para que a causa do inchaço seja esclarecida sob a orientação de um especialista e cooperem ativamente com o médico no tratamento de acompanhamento.