A toracocentese é uma das operações frequentemente aplicadas em cirurgia cardiotorácica e em medicina respiratória. As indicações rigorosas são dominadas e as complicações são menos frequentes após a operação, mas podem ainda ocorrer alguns efeitos adversos após a conclusão da punção. A observação continua durante 30 a 60 minutos após a toracocentese. Os principais pontos a ter em conta são: i. Repouso na cama, administração de oxigénio e outros tratamentos, monitorização cardíaca se necessário e observação atenta dos sinais vitais. Observar atentamente o doente quanto a palidez, suores, tonturas e descida da tensão arterial, que podem ser reacções pleurais, que devem ser tratadas de imediato e, se necessário, administrar epinefrina. Observar se o tubo de drenagem está pérvio, observar a cor do líquido de drenagem e registar o fluxo de drenagem. Não é aconselhável sangrar o ar e o líquido da punção demasiado ou demasiado depressa, caso contrário pode ocorrer deslocamento do mediastino e edema pulmonar diplópico. Quando se verifica a situação acima descrita, o tubo de drenagem deve ser temporariamente fechado e deve ser imediatamente administrado oxigénio, diurético, epinefrina e outro tratamento correspondente. Mudar regularmente o líquido do frasco de drenagem para manter a incisão e o tubo de drenagem esterilizados.