O rastreio precoce da síndrome de Down requer um estômago vazio. O rastreio precoce da síndrome de Down permite detectar o risco de malformações congénitas, como a trissomia 21 e a trissomia 18. É efectuado entre as 11 e as 13 semanas de gravidez e tem também em conta a idade da mulher e o número de semanas de gravidez. Se a mulher tiver mais de 35 semanas de gravidez, não deve continuar a ser rastreada para a síndrome de Down e necessita de um teste de ADN não invasivo para o rastreio. Após a gravidez, as mulheres têm de intensificar as consultas de maternidade e, durante a gravidez, é necessário efectuar o rastreio precoce da síndrome de Down, o teste de ADN não invasivo e a ecografia para detectar anomalias graves. Além disso, após a gravidez, é importante descansar adequadamente, manter o humor relaxado, evitar estímulos adversos, como o tabaco e o álcool, e aumentar a nutrição de forma adequada para beneficiar o suprimento nutricional da própria gestante e o desenvolvimento normal do feto.