A cirurgia histeroscópica das aderências uterinas requer hospitalização.
A adesão uterina é uma condição em que a cavidade uterina está parcial ou totalmente aderente devido a danos na camada basal do endotélio causados pela gravidez ou por outros factores, e o endotélio está fibrótico, o que leva a anomalias menstruais, infertilidade ou abortos espontâneos recorrentes.
A cirurgia histeroscópica é uma técnica cirúrgica ginecológica minimamente invasiva que não requer incisões cutâneas na superfície do corpo, mas sim um instrumento com um sistema de imagem que é introduzido diretamente na vagina e entra na cavidade uterina através do colo do útero, transmitindo a situação no interior da cavidade uterina para um monitor, de modo a que o cirurgião possa observar e tratar os tecidos doentes no interior da cavidade uterina sob visão direta.
Embora a cirurgia histeroscópica seja uma cirurgia de rotina, são necessários vários exames antes da cirurgia e a recuperação física da doente tem de ser observada após a cirurgia para evitar várias complicações. Por conseguinte, a cirurgia histeroscópica requer hospitalização, sendo o tempo de internamento habitual de 3 a 7 dias.