Da fadiga ao cancro em 5 passos

Nesta fase inicial, podemos apenas sentir uma “fadiga ligeira”, quando a quantidade de oxigénio inalado diminui e a concentração de oxigénio e os níveis de glicose no sangue diminuem, pelo que o corpo envia sinais, tais como bocejos frequentes para aumentar a ingestão de oxigénio. Fase 2: Sentir-se lento Na segunda fase, o corpo sente-se pesado, os músculos estão fracos e a concentração de oxigénio e os níveis de açúcar no sangue continuam a cair, fazendo com que os músculos ou tecidos localizados dos órgãos internos caiam num estado de deficiência de oxigénio e nutrientes, resultando numa sensação de fraqueza e confusão. Na terceira fase, as sensações físicas continuam a ter um impacto psicológico, com o corpo a sentir-se exausto e os músculos e órgãos internos a sofrer de níveis reduzidos de oxigénio e deficiências nutricionais. O humor pode ser agitado e irritável; a pele pode ser baça ou mesmo ter uma pequena erupção cutânea no rosto; a rigidez no pescoço, ombros, costas e cintura pode tornar-se mais grave; pode ser difícil dormir, cair facilmente da almofada, ter dores nas costas quando deitado na cama, ressonar alto na cama, ou ranger os dentes. Passo 4: Mutações internas No quarto passo, o corpo começa a produzir mutações internas visíveis, e nesta fase o corpo ficou doente. As alterações físicas incluem dor nos ombros, costas e lombares, acompanhada de sintomas tais como acne, úlceras da boca, doença periodontal, gastrite, obstipação e perda de apetite, e uma variedade de outras afecções. Estas ainda prevalecem fisicamente, e psicologicamente, até uma ligeira depressão pode ocorrer. Etapa 5: Formação do cancro Se as primeiras quatro fases de fadiga não forem levadas a sério e forem deixadas a desenvolver-se, doenças graves irão persegui-lo de tempos a tempos na meia-idade, tais como espondilose cervical, problemas estomacais e doenças coronárias, e mesmo o cancro irá rastejar sobre si. Uma vez que tenha entrado nesta fase, pode levar meses ou anos de descanso e recuperação para se recuperar nos casos mais leves. O repouso e o exercício são as chaves para eliminar a fadiga. Por exemplo, aqueles que, na sua maioria, estão de pé no trabalho devem sentar-se ou deitar-se quando fazem uma pausa; aqueles que estão sempre a trabalhar na sua secretária devem levantar-se e levantar os braços para soltar os músculos dos ombros. Além disso, para além de aderirem a uma rotina de exercícios, devem também orientar-se para os exercícios, onde se sentem rígidos e frios, devem concentrar-se em onde fazer exercício.