O que é a embolização tubária?

  A efusão tubária tem um impacto significativo nas taxas de sucesso da FIV e estudos demonstraram que a presença de efusão tubária reduz a taxa de gravidez por FIV em pelo menos 50% e aumenta a taxa de aborto espontâneo num factor de dois. Existem quatro métodos disponíveis: salpingo-oophorectomia laparoscópica, ligadura, janela ou aspiração por ultra-sons. Os dois primeiros métodos envolvem riscos de cirurgia e anestesia e são susceptíveis de danificar os vasos sanguíneos dos ovários, afectando o fornecimento de sangue aos ovários. Os dois últimos métodos são propensos à recorrência após a efusão tubária e são mais susceptíveis de resultar em gravidez tubária.  (a) As vantagens da embolização intervencionista da hidrosalpinx 1. evitar os riscos de cirurgia e anestesia; 2. evitar os efeitos no fornecimento de sangue aos ovários; 3. evitar a recorrência da gravidez tubária e da hidrosalpinx, com operação segura, dor mínima do paciente e um curto período de recuperação pós-operatória.  (b) Indicações para embolização interventiva tubária 1. 1. hydrosalpinx em um ou ambos os tubos confirmados por imagem ou ultra-som; 2.  (iii) Contra-indicações para embolização tubária 1. inflamação aguda ou subaguda dos órgãos genitais internos ou externos ou inflamação crónica; 2. doenças sistémicas graves que não podem tolerar o procedimento; 3. gravidez ou menstruação; 4. pós-parto, aborto ou no prazo de 6 semanas após a curetagem.