Como é diagnosticada e tratada a síndrome da dor localizada complexa?

O primeiro passo é também fazer os testes necessários para excluir a dor devida a uma lesão da cabeça do fémur. Testes como a cintigrafia óssea trifásica e a fluxometria Doppler laser para determinar a condutividade térmica do fluxo sanguíneo cutâneo. A presença de lesões nervosas associadas deve ser determinada com base no exame físico e neurológico e na eletromiografia. Refere-se a uma síndrome clínica caracterizada por dor intensa, intratável e variável, desnutrição e disfunção secundárias a uma lesão acidental, a uma lesão induzida por medicamentos ou a uma doença sistémica. Critérios de diagnóstico: história longa ou recente de lesão ou doença; dor persistente em queimadura, hiperalgesia; disfunção vascular e da transpiração, atrofia muscular, adelgaçamento da pele, espessamento das unhas, sensibilidade a estímulos frios. O teste de diagnóstico do bloqueio simpático é positivo. Tratamento da SDRC: Tratar o mais cedo possível após a confirmação do diagnóstico. Isto inclui analgesia e reabilitação. Os bloqueios nervosos (bloqueios simpáticos), bem como a medicação (antidepressivos tricíclicos, antiespasmódicos, medicamentos antiarrítmicos, medicamentos de superfície, opióides, etc.) são utilizados para tratar a doença.