A ovariectomia pode causar desequilíbrio endócrino e perda da ovulação, levando à infertilidade e à diminuição da autoimunidade. Os ovários segregam principalmente estrogénio, progesterona e hormonas esteróides, que são importantes para o equilíbrio endócrino do corpo da mulher. Após a remoção, há uma queda súbita na secreção de estrogénio, desequilíbrio endócrino, menstruação irregular, secura vaginal e diminuição da libido, o que afectará a vida conjugal. As mulheres de meia-idade apresentam sintomas de menopausa precoce, como afrontamentos, suores e irritabilidade, e têm de tomar medicação hormonal a longo prazo para tentar manter um estado equilibrado. O ciclo normal de ovulação perde-se após a ooforectomia e não são produzidos óvulos, perdendo-se a capacidade de conceber filhos. A ooforectomia também diminui o sistema imunitário do corpo e predispõe a doenças como a tensão arterial elevada, doenças cardíacas e osteoporose.