A utilização de remédios populares para a trombólise não tem qualquer base científica e não é fiável. Atualmente, os medicamentos trombolíticos são utilizados principalmente como activadores do fibrinogénio, como a uroquinase, a reteplase, etc. A primeira geração de medicamentos trombolíticos utilizados habitualmente é a estreptoquinase e a uroquinase. Este tipo de medicamento carece de especificidade e pode provocar hiperfibrinólise sistémica, resultando em hemorragias graves. A segunda geração de medicamentos trombolíticos, como o ativador do fibrinogénio de tipo tecidular recombinante, tem uma capacidade trombolítica superior à da primeira geração de medicamentos trombolíticos, uma maior especificidade e uma menor ocorrência de reacções adversas. Os trombolíticos de terceira geração, como a teneplase e a reteplase, têm uma trombólise rápida, uma elevada eficiência e uma semi-vida longa. Os trombolíticos têm um maior risco de hemorragia e devem ser utilizados sob observação atenta de um médico para evitar os efeitos adversos da hemorragia.