Em primeiro lugar, é irreversível: se uma mulher quiser voltar a ter filhos, terá de ser submetida a uma nova operação para desobstruir as trompas, o que é duplamente traumático. As probabilidades de reabertura das trompas com êxito após a cirurgia não são elevadas e as probabilidades de ter uma trompa incompetente são relativamente elevadas, pelo que a infertilidade secundária ou a gravidez ectópica são mais comuns após a cirurgia, o que é mais prejudicial para a doente. Em segundo lugar, danos a todo o corpo, pois a operação em si é um tipo de trauma, que pode facilmente danificar a justiça. Se a operação não for feita corretamente, pode causar infecção e danos aos órgãos adjacentes, e dor pélvica crônica pode ocorrer após a operação.