Cardiomiopatia hipertrófica, quais são os critérios de diagnóstico?

Os critérios de diagnóstico da cardiomiopatia hipertrófica incluem principalmente a história genética familiar, sintomas clínicos (por exemplo, dispneia de esforço, dor torácica, palpitações, etc.) e exames auxiliares (incluindo ecocardiografia sugerindo espessura da parede do ventrículo esquerdo ≥15 mm, eletrocardiografia sugerindo inversão da onda T, alteração do eixo elétrico e ressonância magnética do coração sugerindo realce focal ou irregular no miocárdio hipertrofiado, etc.).
1. história médica: A cardiomiopatia hipertrófica é uma cardiomiopatia hereditária, e deve-se prestar atenção aos familiares com história de hipertrofia cardíaca, infarto em idade jovem, insuficiência cardíaca e outras doenças relacionadas.
2. sintomas clínicos: os pacientes freqüentemente manifestam dispneia de esforço, dor torácica, palpitação, síncope, etc., e em casos graves, morte súbita cardíaca.
3 Exame auxiliar: a ecocardiografia sugere que a espessura da parede do ventrículo esquerdo é ≥15mm ou ≥13mm naqueles com história familiar clara de cardiomiopatia hipertrófica, mais de 90% dos pacientes apresentam alterações eletrocardiográficas, incluindo inversão da onda T, alterações na voltagem precordial e no eixo elétrico e anormalidade da onda P, e a ressonância magnética cardíaca mostra realce focal ou irregular no miocárdio hipertrofiado.
Se o doente apresentar as manifestações acima referidas, recomenda-se que se dirija atempadamente ao hospital para consulta e tratamento ativo após esclarecimento da causa da doença.