Como é que os doentes podem fazer perguntas para obter respostas satisfatórias?

O maior problema do aconselhamento em linha é o facto de os doentes e os médicos não poderem comunicar cara a cara, e a assimetria de informação impede frequentemente os doentes de obterem respostas satisfatórias. Embora os doentes não possam descrever a doença em termos profissionais, existem regras para descrever a doença ao médico. Em primeiro lugar, deve descrever os seus sintomas, tais como a localização da dor, o grau de dor, a duração dos episódios de dor, quando é que a dor se agrava, quando é que alivia, se existem outros sintomas para além da dor (febre, letargia, rigidez), se sofreu um traumatismo, a duração da doença, um breve historial do tratamento, etc. Em segundo lugar, deve descrever a forma como o médico o trata. Em segundo lugar, um ponto importante no processo de consulta médica é o exame físico, que é difícil de fazer na Internet, mas se o doente puder tirar uma fotografia da lesão e carregá-la, também pode fornecer parte da informação, especialmente se houver deformações, inchaço e outro aspeto visual da fotografia. Por último, a descrição dos exames auxiliares: é preferível que possa carregar imagens, mas, se não for possível, copie a descrição e o diagnóstico final do relatório, uma vez que a terminologia também pode fornecer algumas informações. Quanto menos informações o doente fornecer, menos respostas obterá. Por último, convém reiterar que uma consulta em linha não substitui uma visita presencial ao médico e que os conselhos dados pelo médico devem ser utilizados apenas como referência.