Existe uma perda de fezes sem aperto da abertura anal, ou seja, incontinência anal. O seu tratamento divide-se em tratamento não cirúrgico e tratamento cirúrgico. 1. tratamento não cirúrgico Utilização de medicamentos antidiarreicos para alterar a consistência e a frequência da defecação, alteração dos hábitos alimentares, utilização de agentes anti-motilidade. Terapia de biofeedback: pode diminuir o limiar sensorial rectal, aumentar o volume rectal e reduzir a frequência da defecação. Terapia de estimulação do nervo sacral: para defeitos funcionais causados pela atrofia do músculo esfíncter, restaurando a função do esfíncter através da estimulação do nervo sacral. 2) Tratamento cirúrgico: Para a incontinência anal grave, em que os tratamentos não cirúrgicos não são eficazes na melhoria dos sintomas, podem ser considerados tratamentos cirúrgicos que abordam a etiologia da doença. As opções cirúrgicas incluem: reparação direta dos defeitos do esfíncter, transplante de músculo esquelético, implantação de um esfíncter artificial, colostomia e limpeza do cólon anterior e injeção de gordura autóloga. Estes são os tratamentos básicos para a incontinência anal. Recomenda-se que, após o diagnóstico ser claro, o doente escolha o plano de tratamento adequado de acordo com a sua condição específica e sob a orientação da avaliação do médico.