O facto de falar sozinho não é necessariamente uma doença mental, podendo estar relacionado com a personalidade da pessoa. Por exemplo, as pessoas mais introvertidas e tímidas podem ter relutância em falar com os outros e tendem a falar sozinhas para aliviar a sua solidão. Isto pode aprofundar a impressão, especialmente quando se sentem aborrecidas ou têm um problema em que pensar repetidamente. Aconselha-se aos familiares e amigos que sejam mais atenciosos e apoiem o doente para evitar o desenvolvimento de doenças mentais como a depressão e a esquizofrenia. Falar sozinho também pode ser observado nos idosos e pode estar relacionado com o declínio cognitivo dos idosos, como a demência. Também pode ser observado em perturbações psiquiátricas funcionais, como a distimia, a depressão e a esquizofrenia, bem como em perturbações psiquiátricas orgânicas, como o estado de delírio e a epilepsia. Todas estas perturbações mentais têm sintomas característicos e podem ser diagnosticadas por um profissional de saúde.