O colostro aumenta a resistência do recém-nascido às doenças e a criança deve comê-lo. A amamentação é o dever de cada mãe e não é apenas benéfica para a criança, mas também muito benéfica para a recuperação da saúde da mãe após o parto. O vírus da hepatite B ocorre no leite de mães duplamente positivas. Algumas pessoas testaram o HBsAg por radioimunoensaio de fase sólida e descobriram que 71,4% (45/63) do colostro era positivo, sugerindo que o recém-nascido pode ser infectado através do leite materno. No entanto, as investigações epidemiológicas não conseguiram confirmar isto. Foi relatado que 53% (45/92) dos amamentadores eram HBsAg positivos e 60% (35/55) dos não amamentadores eram HBsAg positivos. Outros descobriram que 23,6% (4/17) dos bebés HBsAg positivos tinham um historial de amamentação e 43,75% (28/64) dos bebés HBsAg-negativos tinham um historial de amamentação. O material acima referido sugere que a amamentação não é uma via importante de transmissão. Por conseguinte, existem actualmente duas opiniões entre os estudiosos domésticos sobre esta questão: uma é que embora o vírus da hepatite B esteja presente no leite das mães duplamente positivas, a quantidade de vírus é muito inferior à do sangue, e o vírus da hepatite B não infecta através do tracto digestivo, e os recém-nascidos podem ser amamentados 24 horas após o nascimento e após a primeira vacinação. Outra parte da comunidade académica acredita que é seguro não se alimentar. O paciente pode decidir caso a caso.