O julgamento da fase de cirrose descompensada pode basear-se nos sintomas do doente, que são significativamente piores do que os da fase anterior. O doente não tem basicamente apetite e é magro, fraco ou mesmo acamado, acompanhado de tez escura, gengivas a sangrar, petequias cutâneas, etc. Complicações como ascite e icterícia começam a aparecer, e a distensão abdominal é insuportável. Complicações graves tais como hemorragia gastrointestinal superior, encefalopatia hepática e síndrome hepatorrenal podem ocorrer em qualquer altura durante a fase de descompensação da cirrose, representando uma grande ameaça à vida do paciente, pelo que a prevenção de possíveis complicações é a prioridade nesta fase.