Se o pulso estiver fracturado, o tempo de recuperação é de cerca de três meses. Na fase inicial, a fractura do pulso é reparada por manipulação e, depois disso, é aplicado um gesso, que é aplicado durante cerca de um mês. Se, na radiografia de um mês, se verificar que a fractura apresenta uma crosta óssea contínua que atravessa a fractura, isso significa que a fractura tem uma estabilidade inicial e, nessa altura, o gesso pode ser retirado e pode iniciar-se o treino funcional do pulso. Se o pulso for completamente cortado em resultado de um corte feito por uma máquina, pode demorar até um ano ou mesmo dois anos a restaurar a função se o pulso for recolocado, uma vez que envolve o crescimento ósseo, a anastomose do encaixe do nervo e o crescimento do tendão e do músculo.