>br />O electroencefalograma (EEG) é um teste não invasivo que é facilmente aceite pela família e pela criança, e é valioso no diagnóstico de encefalite viral. Na encefalite viral, a taxa de anormalidade do EEG pode ser superior a 90%, manifestando-se principalmente como fundo difuso de actividade anormal lenta.
>>br />No entanto, é de notar que: 1. As alterações do EEG na encefalite viral não são específicas e o valor diagnóstico do EEG nunca deve ser sobredimensionado. Um EEG normal não exclui a encefalite viral; um EEG anormal não confirma o diagnóstico de encefalite viral. Alguns pediatras em algumas áreas fazem o diagnóstico de “encefalite viral” com base apenas na presença de dor de cabeça ou outros sintomas não específicos na criança, mais a presença de “anomalias leves” no EEG, o que é incorrecto.
O grau de anormalidade do EEG na encefalite viral nem sempre é consistente com a gravidade real da lesão; a recuperação do EEG anormal na encefalite viral é mais lenta do que a recuperação clínica, demorando frequentemente semanas ou meses; os EEG individuais na encefalite viral mostram descargas epilépticas durante a recuperação, mas se não ocorrerem convulsões clínicas, o diagnóstico de epilepsia não pode ser feito apenas com base no EEG, ou mesmo com a adição de medicamentos antiepilépticos.