A ocitocina é normalmente utilizada durante 1 a 3 dias para dar à luz, mas existem diferenças individuais e o efeito exato depende da sensibilidade do colo do útero da mãe à ocitocina, que deve ser utilizada sob a orientação de um médico. Algumas pessoas recebem uma pequena quantidade de oxitocina e rapidamente têm contracções regulares, enquanto outras continuam a não ter dilatação, independentemente do tempo de utilização da oxitocina. A ocitocina nem sempre é totalmente segura. Quando o feto está mal posicionado ou a pélvis é estreita, o útero contrai-se com demasiada força após a aplicação de ocitocina, mas devido à pélvis pequena, o feto continua a não conseguir passar pelo canal de parto, o que acaba por levar à rutura uterina. Além disso, a ocitocina pode tornar a contração uterina demasiado forte ou descoordenada, prolongando o processo de trabalho de parto e sufocando o feto no útero devido à falta de oxigénio. Recomenda-se que as parturientes colaborem com o médico na realização dos exames necessários e utilizem oxitocina quando houver indícios de trabalho de parto, devendo monitorizar atentamente as contracções e o estado intrauterino do feto durante a utilização de oxitocina e interromper a sua utilização atempadamente se houver algum desconforto, bem como alterar o modo de parto quando houver sofrimento fetal.