O espessamento da ecogenicidade hepática, os nódulos hipoecogénicos intra-hepáticos e a esplenomegalia são as primeiras considerações para a hipertensão portal devido a cirrose, combinada com esplenomegalia. Na cirrose, a obstrução do fluxo sanguíneo leva a um aumento da pressão na veia porta, que se manifesta como ascite e esplenomegalia. Devido ao aumento da pressão na veia porta, o refluxo da veia esplénica é obstruído e o baço é lesionado, pelo que o baço aumenta de tamanho. Para além da esplenomegalia, também pode haver hiperesplenismo, que se manifesta por uma diminuição do sangue periférico, mais frequentemente dos glóbulos brancos e das plaquetas. Nos doentes com cirrose, para além da avaliação do desempenho da ecografia hepática, a gravidade da cirrose pode também ser determinada com base nos 5 itens da hepatite B, no número de réplicas do vírus da hepatite B, nos 4 itens da fibra hepática, no teste de dureza do fígado e na avaliação gastroscópica das varizes do fundo do esófago, etc., de modo a determinar a gravidade da cirrose e a adotar um plano terapêutico razoável. Os doentes que apresentem ecogenicidade hepática espessada, nódulos hipoecogénicos intra-hepáticos e esplenomegalia devem consultar o Serviço de Cirurgia Hepatobiliar de um hospital regular.