O uso de preservativo reduz a incidência do VIH, mas não garante a 100 por cento a não infeção. Isto porque os preservativos podem romper-se e cair durante as relações sexuais, uma situação que implica um risco de infeção pelo VIH. Para além de reduzir o risco de SIDA, o preservativo também reduz o risco de outras doenças sexualmente transmissíveis, como a hepatite B, a hepatite C, a sífilis, a SIDA, o condiloma acuminado e outras doenças. Assim, para os grupos de alto risco, é necessário usar um preservativo quando se tem relações sexuais. O mais importante é estar limpo e ter um parceiro sexual regular, para que basicamente não haja doenças sexualmente transmissíveis associadas.