Abstrato
Objectivo Analisar retrospectivamente os factores associados à displasia óssea não infectada. Métodos De Janeiro de 2005 a Dezembro de 2007, foram admitidos um total de 75 casos de osteoinfarctos, incluindo 59 casos de osteoinfarctos não infectados. 59 casos de osteoinfarctos não infectados foram tratados nos seguintes locais: clavícula (1), úmero (8), raio ulnar (7), fémur (23) e tibiofíbula (20). As principais causas de não união foram fixação não fiável e interferência de stress nas extremidades dos ossos. Outras causas incluíram mau reposicionamento das fracturas, grandes fissuras e mau fornecimento de sangue às extremidades dos ossos. Conclusão Os factores médicos continuam a ser uma causa importante de osteointegração. A maioria deles pode ser evitada se o tratamento for dado atempadamente.
A osteonecrose é uma manifestação da cessação da nova regeneração óssea no final da fractura e é um problema comum após a fractura. Com melhorias e desenvolvimentos no tratamento, embora mais de 90% das fracturas cicatrizem, a osteonecrose ainda ocorre em quase 10% dos casos. O autor é membro da equipa médica chinesa na Guiné, trabalhando no Hospital Asteen na capital, onde as causas de descontinuidade óssea são as mesmas, embora o padrão médico local não seja tão bom como na China. De Janeiro de 2005 a Dezembro de 2007, tratei um total de 498 pacientes traumatizados no hospital de Astin, dos quais 75 casos tinham pseudónimos ósseos, incluindo 59 casos de pseudónimos ósseos infectados.