“O valor da proteína C-reactiva não pode ser usado como base para um diagnóstico de cancro. Embora o valor da proteína C-reactiva possa ser elevado na presença de cancro no corpo, este indicador por si só não pode ser usado como base para um diagnóstico de cancro. A proteína C-reativa é uma proteína que aumenta acentuadamente no plasma quando o corpo é infectado ou danificado por tecidos, e activa a fagocitose complementar e aumenta a fagocitose para remover microrganismos patogénicos e células tumorais necróticas e apoptóticas. Quando ocorrem infecções bacterianas agudas, tumores malignos, isquemia local ou danos nos tecidos, os hepatócitos sintetizam uma grande quantidade de proteína C reactiva no sangue, causando um aumento acentuado no espaço de poucas horas, sendo assim um indicador sensível do estado inflamatório do corpo, especialmente em infecções bacterianas agudas. Em resumo, a proteína C-reativa só pode ser utilizada como um indicador preliminar e não pode ser usada como base para um diagnóstico definitivo de uma doença. Em caso de suspeita de cancro, devem ser efectuados testes separados para clarificar o diagnóstico, dependendo dos sinais e sintomas clínicos”.