Se a extracção de pedra biliar permite ou não a preservação da vesícula biliar enquanto as pedras são removidas, é assunto de algum debate. Contudo, a opinião académica prevalecente é contra a extracção de pedra biliar, que é uma cura para os sintomas mas não para a causa raiz, e tem elevadas complicações pós-operatórias e é propensa a recidivas. A recorrência é seguida de colecistectomia, o que torna a operação muito mais difícil. Em muitos casos, pedras na vesícula biliar de >3cm, atrofia da vesícula biliar, calcificação da parede da vesícula biliar, colecistite recorrente, etc., já não há muito sentido em manter a vesícula biliar. Se a vesícula biliar for preservada, os cálculos da vesícula biliar podem irritar a parede da vesícula biliar e causar cancro da vesícula biliar. Por conseguinte, a doutrina actualmente prevalecente é que a preservação da vesícula biliar não é aconselhável.