Quais são os efeitos da remoção do fígado

Os efeitos da ressecção hepática no corpo são geralmente mínimos, e a maioria das ressecções hepáticas laparoscópicas são hoje em dia realizadas removendo 50% do fígado em doentes com cirrose e 70% do fígado em doentes sem cirrose, em teoria sem causar insuficiência hepática. A recuperação é geralmente rápida desde que sejam evitadas hemorragias, fístulas biliares, infecções abdominais, aderências intestinais e insuficiência hepática. Em doentes com cirrose, contudo, é importante prevenir a insuficiência hepática e o coma hepático se a taxa de ressecção hepática for extensa, especialmente em doentes com tumores hepáticos, que geralmente têm sintomas pré-existentes, tais como hepatite B e cirrose. A monitorização pós-operatória precoce da função hepática, bem como uma série de testes pré-operatórios e medidas de protecção para prevenir os efeitos sobre o fígado, devem ser tomadas para minimizar as complicações.