A afirmação de quais os alimentos a ingerir para melhorar mais rapidamente na atrofia gástrica não é científica e os alimentos não têm qualquer papel no tratamento da doença. A atrofia gástrica refere-se geralmente à atrofia da mucosa gástrica, redução glandular, na clínica maioritariamente designada por gastrite atrófica, podendo ou não ser acompanhada por hiperplasia epitelial intestinal. Os doentes apresentam sobretudo dor epigástrica, distensão abdominal, perda de apetite, arrotos ácidos, náuseas e outros sintomas incómodos. Os alimentos só podem fornecer ao corpo a energia e os nutrientes necessários para o metabolismo, e não têm o papel de tratar a doença, pelo que não existe atrofia gástrica – comer que alimentos para ficar bem mais depressa. Atualmente, a clínica é tratada principalmente pela ingestão de medicamentos, os medicamentos mais utilizados incluem antiácidos (omeprazol, ranitidina, etc.), medicamentos de proteção da mucosa gástrica (citrato de bismuto e potássio, bismuto coloidal, tiossulfato de alumínio, etc.), agente pró-dinâmico (domperidona, mosaprida, etc.), etc., acompanhados por Helicobacter pylori, o paciente também deve ser tomado ao mesmo tempo, como claritromicina, amoxicilina e outros antibióticos para a erradicação do tratamento. Os doentes com atrofia gástrica são aconselhados a consultar um médico atempadamente e a receber ativamente o tratamento, devendo os medicamentos ser tomados estritamente de acordo com as instruções do médico, e não por automedicação, de modo a não atrasar ou mesmo agravar a condição.