Os gânglios linfáticos aumentados no pescoço e a hiperplasia benigna dos gânglios linfáticos são menos graves se forem causados por infecções inflamatórias. Se forem causadas por tumores, são mais graves. 1. linfadenite aguda: A linfadenite aguda pode ser tratada com medicamentos antibacterianos sensíveis sob a orientação de um médico, como a amoxicilina, o cefaclor, etc. Se o efeito da medicação oral não for bom, pode ser administrado um tratamento por gotejamento intravenoso. A vermelhidão e o inchaço locais são óbvios, também se podem usar compressas húmidas de sulfato de magnésio, a formação de abcessos graves dos doentes também deve ser uma incisão e drenagem atempadas. 2) Hiperplasia benigna dos gânglios linfáticos: observada sobretudo no lúpus eritematoso sistémico, na doença nodular e noutras doenças do tecido conjuntivo. Para a hiperplasia benigna dos gânglios linfáticos, este caso pode ser observado sem tratamento especial, e recomenda-se não o tocar e estimular frequentemente. 3) Tumor: Os gânglios linfáticos do pescoço podem também ser causados por lesões malignas, como o linfoma, o cancro metastático, como o cancro do pulmão, o cancro da tiroide, o cancro do estômago, etc. A biópsia é necessária para um diagnóstico claro e para o tratamento anti-tumoral. 4. tuberculose: O aumento dos gânglios linfáticos do pescoço causado pela tuberculose é também mais grave, o que exige a aplicação combinada atempada de isoniazida, rifampicina e outros medicamentos para o tratamento anti-tuberculose. Se existirem gânglios linfáticos no pescoço, recomenda-se a consulta atempada de um médico para esclarecer os sintomas e efetuar um tratamento razoável de acordo com os resultados do diagnóstico, sob a orientação do médico, para evitar atrasar a doença.